Fórum Educação

Este espaço virtual destina-se à divulgação, debates e muita reflexão em torno de temas ligados a Educação, Pedagogia e Ecopedagogia.

13/11/08

Não se pode dar algo que não se possua!

Educar é dar do que se tem!

 

criado por boleiz    22:07 — Arquivado em: Ecopedagogia, Educação, Pedagogia, Sugestão de leitura

11/11/08

Indicação de Leitura:

Não é possível educar sem amar as crianças…

Claro que alguém muito desavisado ou muito mal-intencionado, pode perfeitamente dizer que “amar crianças é coisa pra pedófilo”, mas o Janus Korkzac nos vem auxiliar nessa questão…

Amar as crianças, gostar delas, tem a ver com o amor à profissão docente.

Agüentar os profissionais da escola que vivem em função de aparecer mais do que de educar, sobreviver aos assessores que precisam sobreviver profissionalmente e, para isso, precisam causar polêmicas o tempo todo, deixar-se manipular pelos administradores que insistem em usar os “recursos humanos” da instituição como ferramentas para seus projetos pessoais: só pra quem ama mesmo as crianças!

Educador é idealista. Se não o for deve mudar de profissão!!!!

É preciso acreditar que é possível mudar o mundo, subverter os mandos e desmandos dos altos cleros pedagógicos e, acima de tudo, inventar sempre! E estar disposto a, ao inventar, avaliar e desinventar, se for preciso!

Se você, educador, acredita que é preciso amar as crianças para poder educá-las, mas anda em dúvida em função dos absurdos que andam dizendo a respeito de sua profissão, não deixe de ler:

“Como amar uma criança” — Janusz Korsack
Editora "Paz e Terra"

Ame as crianças sem medo!

Ame a sua profissão de educador!

Nunca perca suas esperanças e alimente suas utopias!

“Educar é encharcar de sentido cada ato da vida humana”! (Paulo Freire)

criado por boleiz    23:21 — Arquivado em: Sugestão de leitura

27/9/08

Conhecendo outros Blogs bem bacanas

Estive de visita no Blog "Educação Bilíngë", administrado pela Selma Moura. É um blog bem bacana que vale uma visita constante!

Veja lá:

                          http://educacaobilingue.blogspot.com/

criado por boleiz    16:09 — Arquivado em: Educação, Sugestão de leitura

19/5/08

LANÇAMENTO: Educação como exercício do poder

LANÇAMENTO DIA 27 DE MAIO NA LIVRARIA CORTEZ

PARO, Vitor Henrique. Educação como exercício do poder. São Paulo: Cortez, 2008.

 

Todos falam sobre educação, mas poucos exibem uma concepção rigorosa que dê conta de sua grandeza e importância. No senso comum, prevalece uma noção pobre restrita, mas com força e aceitação suficientes para estruturar tanto as políticas públicas quanto as práticas pedagógicas em nossas escolas.

Neste livro, ao fazer a crítica desse senso comum pedagógico, por meio da instigante reflexão sobre a educação como exercício do poder, Vitor Paro, com a clareza e a profundidade que caracterizam seus escritos, produz um texto de leitura obrigatória para todos aqueles que estejam minimamente envolvidos com a teoria ou com as práticas educacionais. Ao mesmo tempo, nos oferece um horizonte para uma prática educativa que seja merecedora das esperanças e dos esforços dos incontáveis educadores deste país.

criado por boleiz    11:18 — Arquivado em: Sugestão de leitura

26/2/08

Aprender com Milton Santos

Pensando o espaço do homem

 

 

Nos três ensaios que compõem este livro, escritos entre 1977 e 1980, o geógrafo Milton Santos reflete sobre questões com as quais se preocupou durante os vinte anos subseqüentes, como as categorias de espaço e tempo. Conceitos fundamentais em sua obra, que foram posteriormente desenvolvidos, encontram-se nestes ensaios, como a territorialização das práticas, ou o período técnico-científico, noção de totalidade a que chegou analisando a evolução da técnica e as relações econômicas e políticas no mundo globalizado. A discussão sobre a mudança de papel da ciência e tecnologia, as atividades terciárias convertendo-se em fonte de dominação e acumulação, são outros temas que desenvolveu nestes textos, sempre tendo em mente o ponto de vista do Terceiro Mundo.Milton Santos foi professor da Universidade Federal da Bahia, da USP e de Universidades na Europa, na África, na América do Sul e do Norte, pelas quais recebeu o título de doutor honoris causa. Foi consultor da ONU e da OIT, de cujo Comitê para o Estudo da Urbanização e do Emprego foi membro diretor.

criado por boleiz    22:49 — Arquivado em: Sugestão de leitura

19/2/08

Leitura e prazer

Hoje estou enviando um conto de Pere Calders, um escritor catalão maravilhoso que cria a partir de idéias surpreendentes!

Literatura é arte, certamente!

O escritor Pere Calders é um grande artista!!!

Tomara que gostem!

criado por boleiz    22:20 — Arquivado em: Educação, Sugestão de leitura

17/2/08

Direito à Educação

LIBERATI, Wilson Donizeti. Direito à Educação: Uma questão de justiça. São Paulo: Malheiros, 2004. 376p. 

A proteção dos direitos infanto-juvenis é uma conquista da participação comunitária na administração do poder, por determinação constitucional. No rol de direitos assegurados à criança e ao adolescente pela Constituição Federal encontra-se o direito à educação. Com status de direito fundamental, a educação torna-se a base para a participação na vida social, ao mesmo tempo em que é fundamentado para a aquisição e o crescimento da cidadania.

criado por boleiz    10:08 — Arquivado em: Sugestão de leitura

15/2/08

Mudar o mundo…

HOLLOWAY, John. Mudar o mundo sem tomar o poder. São Paulo: Boitempo, 2003. 327 p.

"Que sonho! Que belo sonho! Vamos imaginar: um mundo sem políticos, sem capitalistas, sem Estado, sem capital, um mundo sem poder. Um sonho inocente e pouco realista, é verdade.Este livro é parte da luta pelo absurdo que não é absurdo, pelo impossível que é tão urgente! " Quando a esperança vencer o medo, definitiva e inequivocamente, o “grito de rebeldia” – nos campos e nas cidades, nas florestas e nas minas, nos assentamentos e nas fábricas, nas favelas e nas universidades – se fará tão forte que o mundo dos poderes imperiais e dos poderes patriarcais, das burocracias e dos capitalistas, não poderá mais se sustentar. Mais do que uma esperança derivada da possibilidade eventual de algum “bom governo” deverá nascer a confiança no poder-fazer sem o controle do Estado, do capital ou da miríade de pequenos poderes. É esse o desafio proposto por este livro: uma convocação para sair de toda esfera do poder, para pensar e fazer juntos, sem verdades e idéias prefixadas, em busca da esperança e do impossível. Nascido em Dublin, na Irlanda, John Holloway tornou-se doutor em Ciências Políticas pela Universidade de Edimburgo, Escócia – onde lecionou de 1972 a 1998 –, tendo-se diplomado ainda em Altos Estudos pelo College d’Europe. Sua preocupação sempre esteve centrada no estabelecimento dos vínculos existentes entre o Estado e a opressão do capital, culminando na percepção de que todo Estado constitui uma forma de poder que não pode negar a si mesmo, incluindo-se nessa categoria os Estados revolucionários. Transferido em 1993 para a Universidade de Puebla, Holloway entra em contato com a experiência zapatista e vislumbra um raio de possibilidade de ver rompida a gaiola global do poder imperial do capital. Neste livro, cujo próprio título estimula a polêmica, o autor faz a crítica do chamado “marxismo científico” (talvez o mesmo que Kurz denominou de marxismo do movimento operário). Nesta sua obra revisionista, no melhor sentido do termo, Holloway chega a lembrar autores como Sorel que, diante da “crise do marxismo” do fim do século XIX, entabulou uma crítica da ortodoxia, a qual enfatizava a cisão radical com a ordem do capital e do poder. Holloway aceita e radicaliza a formulação do fetichismo das relações humanas sob o domínio do Estado do capital proposto por Marx, mas busca amplo respaldo em Adorno e em sua “dialética negativa”. Com isso procura mostrar que toda e qualquer instituição representa uma forma alienada de relação social e uma forma de poder. A única saída possível do mundo extremamente fetichizado e submetido a várias formas de poder, no qual nos encontramos, é ir para além do Estado e de todo poder, incluído, é certo, aquele contido nos micropoderes e nas relações de produção capitalistas. A crise do capital possibilita e estimula uma realidade material para o antipoder. Mas atenção: ele não surge do processo de crise da ordem do capital, mas da luta pela constituição de uma nova sociabilidade contra o Estado e contra o poder. O sujeito é formado por quem se rebela, por quem grita contra a ordem, por quem se coloca do lado de fora e contra o Estado e o poder. O livro não traz conclusões, pois trata-se de uma convocação para o poder-fazer livre e autonomamente. Sobre o autor: John Holloway é professor do Instituto de Ciências Sociais e Humanidades da Universidade Autônoma de Puebla, no México. É autor de muitos livros, entre eles In and Against the State, State and Capital (con Sol Picciotto), Zapatista! Reinventing Revolution in Mexico (con Eloína Peláez), La Rosa Roja de Nissan e Marxismo, Estado y Capital. Publicado pela primeira vez em 2002, na Inglaterra, Mudar o mundo sem tomar o poder já foi traduzido na Espanha, Argentina, Coréia, Alemanha, Turquia e Itália.

criado por boleiz    21:06 — Arquivado em: Sugestão de leitura

13/2/08

A Teoria do valor em Marx e a Educação

PARO, Vitor Henrique. (org.) A teoria do valor em Marx e a Educação. São Paulo: Cortêz, 2006. 215p

"A relevância desta coletânea não se restringe à importância dos temas abordados, mas se estende para a forma mesma de tratar esses temas. Sendo a teoria marxiana do valor o pano de fundo dos vários trabalhos, e estando os autores preocupados em conceituar o mais precisamente possível as diversas categorias que utilizam, isso deverá concorrer também para facilitar o aprendizado de novos estudantes interessados na economia política marxista. Conceitos como mais-valia, valor de uso, valor de troca, trabalho abstrato, subsunção real e formal do trabalho ao capital, fetichismo da mercadoria etc. se repetem, em cada ensaio, sob estilos diferentes, propiciando ao leitor variadas formas de tomar contato com esses conceitos, e facilitando sua compreensão." (do Prefácio)

criado por boleiz    6:28 — Arquivado em: Sugestão de leitura

11/2/08

Escritos sobre Educação

PARO, Vitor Henrique. Escritos sobre Educação. São Paulo: Xamã, 2001. 152p.

Este livro reúne ensaios educacionais: educação e trabalho e educação para a democracia, autonomia escolar, participação da comunidade na escola e assuntos polêmicos como os relativos à reprovação escolar. Produzidos em momentos diversos os artigos têm em comum a preocupação com a realização efetiva de uma educação escolar de qualidade, ao alcance de toda a população.

criado por boleiz    17:57 — Arquivado em: Sugestão de leitura

10/2/08

Diálogos com o mundo juvenil

CORTI, Ana Paula e SOUZA, Raquel. Diálogos com o mundo juvenil: subsídios para educadores. São Paulo: Ação Educativa, 2004. 250p.

 

Aproximar o "mundo da escola" e o "mundo dos jovens" - descompasso apontado por diversos estudos que se explicita tanto em manifestações de desinteresse ou agressividade por parte de alunos, como na insatisfação de educadores com relação ao trabalho que realizam - é o desafio que norteia a produção desta obra. O debate nasce da reflexão sobre o que é a juventude do ponto de vista social e histórico, a diversidade e as desigualdades presentes nas experiências juvenis e da entrada progressiva dos jovens na vida pública, entre outros temas. No final é apresentado um conjunto de experiências realizadas por educadores e por escolas públicas que têm em comum a busca de novos sentidos para a escola, e indicado um programa de atividades que visa a reflexão e discussão da juventude pelos educadores.

FONTE: http://www.acaoeducativa.com.br/base.php?t=publ_compra&y=base&z=16

criado por boleiz    10:10 — Arquivado em: Sugestão de leitura
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